terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

FOTOS, YAY 2





























depois escrevo um texto decente, vao ai mais fotos aleatorias







mas pensando bem, como a internet daqui é mais lerda que uma tarturuga idosa com artite reumatóide e osteoporose (como já disse antes), até que as fotos carreguem já dei uma de james joyce e escrevi ulysses.














pois bem: sábado minha irmã viajou e só volta em 2 semanas ou seja, cella alone at home! bem, mas nem pus os pés em casa esse findi, só rapidinho no sábado pra pegar umas roupas limpas e ontem pra dar uma arrumada e pegar mais roupas limpas, tenho dormido no ape de juliana uma amiga que conheci aqui na escola, carioca, porque é aqui em prenzlauer e é mais divertido também. mas hoje é segunda, dia de trabalho, dia de voltar pra casa.














sexta fomos a uma festa chamada death by pop, uma festa über indie, num clube chamado bang bang club, é uma porta que fica embaixo dos trilhos da estação de trem de hackescher markt, que fica a uns 20 minutos apé daqui da casa da ju, ou 3 estaçoes de bonde. fomos eu, ju e alistair um australiano insanamente gente boa e engraçadissimo. chegamos lá arrasando com nossos outfits modernosos. dancei como há muito nao dançava, me senti em casa mesmo. estava tudo indo muito bem, estava conversando com um rapaz muito simpático, quando de repente a ju surge e diz: "vamo embora agora!", assim a la maria elena de vicky cristina barcelona sabe? isso lá pelas 3h30, 4h...eu perguntei: "que foi ju?". ai ela me explicou. mas antes da explicacao dela, uma previa explicacao sobre o sistema de festas aqui: quando voce compra uma bebida, voce sempre paga um euro a mais pela garrafa ou copo e ganha uma fichinha, que voce devolve quando tiver terminado de beber, e eles te devolvem seu 1 euro. pois, ju queria o 1 euro dela de volta e a bar attender nao queria devolver, deu so dois cents, dizendo que a ju nao tinha devolvido nem a garrafa nem a fichinha, ai elas começaram a discutir, a mulher queria chamar o segurança, e ai ju se retou, arremessou os 2 cents no chao, nos pés da mulher e disse que nao precisava de segurança, porque quem nao quueria ficar era ela etc etc.






fomos pra casa, e fizemos um nhoque maraaaa...catapofei insanamente na cama após isso e pronto. sábado ficamos vegetando em casa o dia todo, a noite fomos pra weinerei, e depois casa de alistair comer umas comidinhas e tomar umas cervejinhas (os outros, porque eu nao bebo cerveja nem a pau).






domingo eu e ben resolvemos nos aventurar por berlin ocidental, e bem la é verdadeiramente the wild west! é outra cidade totalmente diferente. fomos a charlottenbourg, e logo saindo do trem, fomos abordados por 2 albaneses, que queriam que eu tirasse uma foto com eles. no fucking way, e eles ficaram insistindo, e começaram a proferir equivalentes de "gostosa" e descendo o nível. o ben se retou insanamente, e quase quis dar uma na cara dos dois, mas ele se controlou, graças a Deus. fomos andando, fizemos umas fotos legais, depois voltamos, encontramos uns amigos num pub aqui em kastanien allee, tudo massa.






mas muitas risadas foram dadas. hoje, em oficialmente 2 semanas estou voltando. é tão estranho.






um beijo, boa semana!



sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

FOTOS, YAY
























































pronto, vocês pediram, aqui vai.






Muro de Berlim





depois tem mais























terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A day in the life

Nao, nao tem nada a ver com I read the news today, oh boy. Até porque, e chame-me de alienada, desenvolvi pavor a noticiario, ate porque noticiario aqui na Alemanha virou sinonimo de Frühstucksfernsehen no sat.1 (um programa que mistura Ana Maria Braga com Leao Lobo e um pouco de Marcia Goldschimdt, porque constantemente há algum barraco envolvendo alguma celebridade alema de segunda categoria, e a cada hora uma serie de noticias requentadas e repetidas) que minha irma coloca enquanto se arruma pra ir pro trabalho. Eu tenho pavor a esse momento, porque a gente tem de ligar o televisor logo nas primeiras horas da manha? Eu sou tao mais a favor de lancar um Revolver dos Beatles, I'm only sleeping e Good day, sunshine, ou o Sgt. Pepper's, com Good morning, good morning, pra dar aquele gás psicodélico no dia.



Mas enfim, divaguei. Como é um típico dia numa vida berlinense. Eu digo, consiste num verbo: CORRER. E em algumas variacoes como: correndo, corrido, e em algumas ocasioes o famoso CORRAO. Pois é, tem horas que faco minhas as palavras da Alice Ruiz em que sou uma moca polida levando uma vida lascada. Claro que isso é um drama, adoro o life style aqui 85% das vezes. Mas sim, eu corro. Eu corro, corro. Correr as escadas da Hauptbahnhof pra nao perder meu trem, ah, virou rotina, e bem, sao 3 lances de escada. Correr pelas ruas do Hackescher Markt para pegar o bonde, bah, sussa. Correr escada acima e abaixo de Alex (e em Alex o movimento é sempre frenetico, e os alemaes sao meio surdos e nao ouvem voce pedir "com licenca, deixa eu passar" e tampouco toleram que voce toque neles, ai eles te lancam, ou melhor, te arremessam aquele evil eye with lasers) lutando para conseguir passar entre a multidao, e realizar a maratona de sao silvestre que é sair da plataforma do trem urbano e descer ate a estacao de metro até a linha U2 - Pankow em apenas miseros 2 minutos, ou 3 quando consigo voar.

Minha vida aqui tambem esta comecando a se consistir num segundo verbo: cair. Oh oui, la maison est tombè, ou pelo menos eu tombo. Explico: a neve se solidifica ate ficar espelhada e virar gelo. Consequencia: quando menos voce espera, voce muda seu estado de homos erectus para homos deitadus, ou espatifadus. No meio da rua ja cai na ultima semana duas vezes como uma jaca! Nao tenho mais pele no joelho esquerdo, e meu quadril direito nao está mais na sua coloracao leitosa, nao, esta zulo, violeta, qualquer cor que remeta a hematoma. A cabeca todavia, protegida, modestia a parte, eu domino a arte da queda, e ainda faco dela um passo de danca que deixaria minha professora de danca contemporanea Edith Merique muito orgulhosa, afinal de contas ela "nunca viu o cabeca cair". E nao cai mesmo.

Bem, nao consigo pensar em mais nada, e me despeco aqui com essa mensagem:

Às avessas, hoje tudo está hilário,
às avessas, pois é tudo ao contrário
lixo é ouro, e grama é jardim
às avessas, isso é Berlim

domingo, 24 de janeiro de 2010

Berlim, minha cidade

A vida em Berlim é minha vida. Minha cidade, minha rua, as pessoas estranhas, os cheiros (nem todos apetitosos, verdade), as plataformas de estacao, os metros, o bondinho, as lojas, o resquicio de muro...Berlim, mon amour.

Vou colar a traducao de uma musica que é a declaracao de amor a Berlim

Haus am See - Casa no Lago

Aqui foi onde nasci, caminho pelas ruas
Conheco a cara de cada casa, cada loja
Preciso dar uma saida, conheco cada pomba aque pelo nome

O sol se poe, tudo voa por mim
E o mundo atras de mim comeca a ficar bem pequeno
Mas o mundo que esta a minha frente é feito pra mim
Eu sei que ele espera por mim, e eu o busco

Eu tenho o dia ao meu lado, o vendo sopra em minhas costas
E um coro de mulheres na rua cantando pra mim
Eu olho pra cima e olho o ceu de um azul profundo
Fecho os olhos, e caminho apenas em frente

E no fim da rua tem uma casa no lago
Folhas laranjas ficam no caminho
Eu tenho 20 filhos minhas mulher é linda
Todos passam por aqui, eu nao preciso sair

Eu procuro uma terra nova com ruas desconhecidas
Rostos desconhecidos, e ninguem sabe meu nome
Eu cavo tesouros da neve e da areia
E as mulheres me roubam todo o juizo
E uma hora a sorte me segue
E volto com uma bolsa cheia de ouro

Eu convido todos os parentes e os velhos passaros
E todos comecam a chorar de alegria
Nos comemos a comida da mamae e bebemos schnapps
E festejemos todas as noites por uma semana


(fiz uns cortes e as alteracoes de genero cabem a voces)
boa semana!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Sight Seeing: Sachsenhausen KZ, Muro de Berlim, Brandemburger Tor, outras coisas mais e a resurreicao do Morto Vivo de Hermannplatz em Alex

Ok, ok, meobrasil.
Eu sei que estou absurdamente, sumida. Só para voces terem ideia, esse post estava nos meus drafts do blogspot desde o dia 10 de janeiro, há quase 2 semanas atrás.

Contudo, é preciso um pouco de compreensao: o tempo aqui nesse hemisterio boreal possui uma velocidade deveras acelerada, que se nao chega a ser a da luz aproxima-se muito da do som.

Bem, há exatas duas semanas, como dito, Tomás, amigo querido que está morando em Santiago de Compostela, chegou, junto com dois amigos. No primeiro dia fomos a Sachsenhausen, e ainda continuo na promessa de que vou dedicar um post só ao campo de concentracao, o que será quando eu for de novo sozinha para poder "apreciar" o local em sossego. Estava feliz por demais no dia que fui por rever o Tom, e por isso nao entrei na vibe como deveria.


Bem, na sexta fomos fazer o Sight Seeing Parte 2: Muro de Berlim, Portao de Brandenburgo e etc e tal. Eu estava kapputt sem fim na sexta de manha. Nao tenho vocacao para turista e acho sight seeing uma modalidade esportiva tao exaustiva quanto a Maratona de NY. Confesso contudo que me diverti horrores no Muro, altas fotos, altas mesmo.

No sabado encontrei Daniel (amigo meu muito berlinense). Mas nao foi assim tao facil. Fui convidada por ele e seus amigos para uma festa em Ostkreuz (fica no Distrito Friedrichshain, Berlin Oriental). Combinado era que eu seria apanhada as 23h na estacao de Ostrkreuz. Beleza, eu sabendo que Daniel se atrasa normalmente uns 20 minutos para tudo, cheguei la as 23h20 e nada dele. E comecou a nevar, e os ponteiros do relogio passando, e eu esperando embaixo da nevasca, sozinha, numa noite de sabado num estacao de metro ao ceu aberto. Maravilha. Eu estava ainda meio kaputt da maratona turistica, e nao havia um unico telefone publico no recinto, e como eu nunca havia estado la pelas areas de Friedrichs, eu nao queria ir sair pelas ruas atras de um telefone de moedas. Quando eu já estava desistindo de esperar, isso lá pelas 00h15, ja havia chorado de raiva e frio (umas lagrimazinhas bem discretas, ok) eu vejo pela janela do trem que estava por parar o dito cujo.

Fomos para um ape de alguem, e depois fomos para Prenzlauer Berg, a melhor parte de Berlim, na minha singela opiniao de berlinense recem-convertida (sorry Bruni, mas nao vi nada de excepcional em Alex!), para uma festa de Drum n Bass. Para isso tomamos o trem de Ostkreuz para Alex, onde pagariamos o metro ate Eberswalderstraße, em direcao Pankow. Qual nao foi minha surpresa, enquanto caminhavamos, um grupo bem legal de alemaes, inglesa, estadunidense e brasiliera, em direcao as escadarias para plataforma da linha U2 quando senti aquele cheiro. Sim, aquele cheiro de Hemannplatz, do homem decomposto. Logo apos o cheiro, vi as muletas e os tenis encardidos "brancos" e vermelhos. O Morto Vivo de Hermanplatz (que corrigindo, nao fica em Kreuzberg, e sim em Neuköln) havia ressucitado em Alex, Alexanderplatz. Como ja conhecia cheiro, muletas e sapatos, desci uma outra escada, para nao ter de aproximar-me dele. Depois, o Marze me perguntou porque eu me separei na descida e eu expliquei que ja havia encontrado aquele homem antes e que nao queria me confrontar com o cheiro outra vez, uma vez bastou. Ele me deu toda a razao.

Chegamos na festa, dancei como louca, e la pelas 5h30 ou por ai peguei o metro pra casa, ate a Hauptbahnhof, estacao mais perto de minha casa que dista 15 min de paleta de minha budega. Eu estava ultra sem saco de andar na neve, vento e frio as 6h da matina, mas nao vi um unico taxi dando sopa pela rua. Dormi na estacao nao era nenhuma possibilidade, entao transformei meus ovararios em testiculos e fui enfrentar aquele frio hediondo. Correndo como louca, porque é uma escuridao pitch black, e bem descobri por esses dias que minha rua fica na esquina do presidio (pronto, minha mae e avós vao cair pra trás agora!). Mas como penso que Alemanha nao é Brasil, e que aqui nao é aquela esculhambacao toda, acho que confio no sistema penitenciario. Nao mentirei contudo que me senti feliz quando cheguei em casa e despenquei na cama.

Na segunda passada, foi meu 1 dia de aula, e esse processo escolar devo dizer é o que tem me tornado tao absente nesse blogue. Me desculpem tambem se faltam virgulas nos lugares certos mas é que a pontuacao alema é bem esquisita e nos ultimos tempos tenho escrito somente linhas germanicas. A escola é otima, e os professores que pego sao quase todos bons, sao tres, dois caras e uma mulher. Nao gosto muito de um, rá, pasmem, nao é da mulher! Nao consigo engolir muito meu professor da primeira aula, sei la, a metodologia dele nao me agrada etc e tal. Whatever. O que sei é que modestia a parte, estou arrebentando.

Na terca eu e Max, um colega meu do UK pretendiamos ir a uma exposicao de Salvador Dali, apos a aula. Bem, ao chegarmos na galeria ela estava fechada e resolvemos entao sair passeando por Potsdamer Platz. Apos paletarmos uns 3km, chegamos ao verdicto de que estava muito frio, tomamos o trem em Friedrichestraße (nao confundir comn Friedrichshain!) e voltamos a Prenzlauer Berg. Fomos a um café super aconchegante e conversamos ate umas 21h, quando voltei pra casa e despenquei dura na cama.

Na quinta, eu e o Daniel fomos ao cinema e vimos o novo filme do Fatih Akin (diretor alemao filho de imigrantes turco que dirigiu o maravilhoso Contra a Parede, um drama hard core, quem tem visceras resistentes e uma tendencia masoquista, recomendo muito) Soul Kitchen, uma comedia deliciosa! Me dobrei de rir sem parar! Depois fomos a Weinerei, que é pra mim um dos lugares mais deliciosos de Prenzlauer. Wein, é vinho em alemao, logo Weinerei é a Vinharia por assim dizer. Consiste de um bar-café, no qual voce chega la, paga 2 euros pela 1 taca de vinho, e depois vc pode ir la dar uma de refil e pagar so 1,50 por taca´, e tem pelo menos uns cinco vinhos diferentes da cada tipo (tinto e branco). Conversamos até a hora que o bar fecha, as 00h30 e fomos convidados e voltar pra casa. Corremos ate a estacao de metro de Eberswalderstraße, e fomos ate Alex. Nota: era o ultimo metro da noite, e eu nao tinha mais do que 5 euros no bolso.
Chegando em Hauptbahnhof, as 2h da manha da quinta feira, eu nao tinha mesmo o minimo saco para andar. Mas nenhum taxi queria me levar ate em casa, porque o trajeto era muito curto, e se fossem me levar, teria de pagar 10 euros. Eu achei que estava surtando, porque ate entao minha sorte com taxistas tinha sido excelente. Eu muito chateada disse que 10 euros nem a pau, porque sabia que dava no maximo uns 5,50. Andei, e cheguei em casa, sem um arranhao.

No fim de semana fui de novo a Großnaundor porque haveria uma festa a fantasia no sabado. Fui fantasiada de uma mistura de Brigitte von Hamersmarck e Shoshanna Dreyfuss. Well, a musica era uma merda, e so tinha true alemao la. Explicando melhor: existe uma diferenca brutal entre os alemaes de vilarejos da Saxonia e os de Berlin. Devido aos muitos anos de comunismo, socialismo, whateverismo, eles nunca tiveram contato intenso com estrangeiros e eles ainda nos olham como algo fora do comum, nao digo com preconceito, mas como algo fora do comum, e nao os culpo: afinal, que brasileira em alto verao baiano iria se fantasiar para um baile de carnavel num vilarejo de mil habitantes? Frisando, a festa nao foi em minha Naundorf, foi noutra vila, Medingen. O lugar estava cheio, a musica estava scheiße, mas de uma forma ou de outra, acabei me divertido.

Esssa minha segunda semana de aula esta sendo otima. Segunda a noite fui a casa de Ben, eu colega sueco meu da escola, apanha-lo para irmos para um cosy gettogether na escola. Ele aluga um quarto no ape de um fotografo, um cara muito gente boa, um quarentao mas com uma cabeca super jovem, o Heiko. Nos tres conversamos uma boa hora, e bebemos um vinho organico artesanal muito bom. Fomos a festinha, e depois a Weinerei de novo (minha mae vai cair pra tras umas mil vezes ao ler isso, que eu estou bebendo em plena segunda feira, mama, nao se preocupe nao é muito, é uma coisa cultural aqui) e depois a Kultur-Brauerei, uma discoteca que fica a duas quadras da escola. Todo mundo estava la. Berlin, é incrivel: voce pode cair na balada todos os dias, ate segunda (mas aos domingos nenhuma padaria abre, vai entender!). Dancei, dancei, e as 3h30 peguei um taxi e fui pra casa.

Heiko e Benny me disseram que eu podia pernoitar no sofa da cozinha, que nao tinha problema nenhum, eu ate pensei em aceitar e economizar os 10 euros do taxi, mas eu havia dito a Meli que voltaria pra casa e nao consigo imaginar como ele se sentiria ao acordar na terca feira e nao me ver deitada no meu lado da cama. Ademas, Benny fez o favor de derramar, acidentalmente, um canecao de cerveja em mim, de forma que nao dava pra eu reutilizar a roupa no dia seguinte. Conheci um rapaz bem simpatico nessa festa, vou encontra-lo esse fim de semana, eu acho, ele me convidou ate para o seu aniversario, muito simpatico, tipico berlinense. Ele e Ben foram me levar ate o taxi, e no caminho paramos numa loja de Dönner Kebab que fica aberta 24h. O taxista foi super simpatico e conversou comigo altas horas, um amor, achou a principio que eu era berlinense e que ficou contentissimo que eu era brasileira e etc e etc.

Na terca estava acabada ate dizer chega. Mas ainda assim levei as aulas bem. A noite de terca, fomos ver o show de Buena Vista Social Club. Meeiro ate nao ter fim, cheguei a dormir um pouco, e fiquei feliz quando acabou e eu me encontrava sentada no banco do metro. Ontem reencontrei o Felix, amigo meu desde a epoca do Gymnasium la do intercambio.

Hoje fiz umas comprinhas na H&M! Novidade! Ah, comprei uma colecao em tres volumes sobre a persiguicao dos judeus na europa, por 14 euros, uma barganha!

Acho que é isso amanha é sexta, dia de festa, acho que vou numa discoteca de indie que descobri. Sei que devo ir ver o Cabinete do Dr. Parnasso de Terry Gillian e a Serious Man dos Coen. Descobri uns cineminhas de bairro muito aconchegante la por Prenz. Ah, e o novo do Woody, acho que chama Whatever Works, ou algo assim, vou assistir. Acho que amanha, como warm up. Let's see.

Ai, chega!
Um beijo!